7 de maio de 2008 • 3:01

Ainda fosse o cheiro do ralo



Sabe aquele cheiro típico de bomba atômica explodindo em Hiroshima? E aquele odor que a estação espacial russa Mir nunca perde? A superfície do sol então, ô cheiro estranho. Pode parecer loucura falar isso, mas, por incrível que pareça, existe uma possibilidade de sentir esses cheiros. A Reg Vardy Gallery, da Universidade de Sunderland, Inglaterra, abriu uma exposição com cheiros quase impossíveis, agora recriados em laboratório após extensas pesquisas. Na esquisita lista entram também o perfume de Cleópatra, flores já extintas e até do gigante Titanic. Mas como Sunderland é muito longe, só nos resta o óbvio: o cheiro de maresia e da fumaça de carros nos engarrafamentos de Vitória. Alguém guarda aí um pouco da água de Camburi e um Transcol pra, num futuro distante, fazermos também um exposição do tipo.

Marcelo Merçon