O Problema

Chega de suspense: Halloween Fire voltou aterrorizando o mercado.

O Halloween Fire, que teve sua primeira edição em 2014, ressurgiu das cinzas este ano, direto para o Pub 426, na Praia do Canto. A festa era direcionada não apenas a funcionários, fornecedores e parceiros, mas a todo amante do clima assustador do Halloween. Por isso, a agência teve a missão de divulgar o evento mais horripilante do mercado publicitário, que estava há 5 anos adormecido, fazendo com que ele voltasse trazendo calafrios para a espinha de muita gente.

A Estratégia

Para apavorar, tem que ser sem frescura.

A comunicação incorporou um tom sombrio bem-humorado, com ilustrações que brincam com a rotina de uma agência de Publicidade. As peças possuem a linguagem sem frescura que a Fire já utiliza e apontam para a diversão que o evento proporcionaria. A divulgação ficou por conta de uma série de publicações nas redes sociais da agência e foram entregues convites especiais inspirados em pacotes de evidências criminais recolhidas para análise – uma amostra do que estava por vir.

A Solução

As bruxas estavam a solta (e vieram acompanhadas).

No dia do evento, tudo estava de arrepiar, começando pela produção de nossos convidados. Zumbis, bruxas, brinquedos assassinos, personagens clássicos do cinema… Todos entraram no espírito da festa e, é claro, rolou o famoso concurso de fantasia que premiou as três melhores caracterizações da noite. No palco, Saulo Simonassi e Banda e Rodrigo CX apavoraram o Pub 426 com muito rock n’ roll. O Halloween Fire foi sinistro. Ficou em pânico só quem não foi.

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